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Estar endividado é um problema recorrente hoje em dia. E as famílias estão a ter muitas dificuldades para pagar tudo aquilo que devem. É claro que um dos grandes problemas quando se contraem dívidas prende-se com a dificuldade em poupar dinheiro para as pagar.
Apresentamos hoje alguns conselhos para adaptar à sua vida diária de modo a ter certeza que ficarão uns trocos a mais na sua carteira ao final do mês:
Ø Evitar as idas ao restaurante: em vez de ir todos os dias comer fora, opte por fazer a comida em casa e, se puder, usufruir de uma boa refeição em família. Se costuma, por exemplo, almoçar fora por causa de trabalhar longe de casa, tente levar consigo a comida. Não só é mais saudável como mais económico.
Ø Compre produtos de marca branca: Com certeza já ouviu isto muitas vezes, mas acha sempre que são de qualidade inferior. E se experimentasse? Há produtos que vale a pena comprar de marca, como leite, queijo e assim, é verdade. Mas e o que dizer do sabonete ou gel das mãos, do papel higiénico ou dos produtos de limpeza da casa?
Ø Compre frutas e legumes frescos: Sabe que, quando compra agrião já arranjado e lavado paga muito mais do que se o fizesse você? Porque não opta por comprar produtos frescos no mercado local que são de muito melhor qualidade e tornarão as suas refeições muito mais saborosas?
Ø Evite refeições já preparadas: Novamente fica muito mais barato se fizer você a refeição. Mas, este caso ainda tem mais uma vantagem: é muito mais saudável comer comida caseira.
Ø Poupe na conta da água e da luz: quantas vezes saímos de casa ou mudamos para outra divisão e nos esquecemos de uma luz acesa? Quantas vezes o computador fica ligado o dia inteiro sem que ninguém esteja a utiliza-lo? E a torneira da casa de banho que fica tantas vezes mal fechada? Evite esses gastos desnecessários.
Parecem apenas pequenas coisas mas, ao final de um mês; ao final de um ano, farão toda a diferença. Estes são apenas algumas das muitas coisas que pode mudar para poupar algum dinheiro.
Fonte: http://www.comopagardividas.com/aprenda-a-poupar-para-conseguir-pagar-as-suas-dividas/
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Comprar um carro, uma casa, pagar dívidas e diversificar os investimentos. Estas foram as respostas mais votadas na enquete que o Diario de Pernambuco encerrou esta semana perguntando a seus leitores. Mais de 400 pessoas participaram da pesquisa que ficou duas semanas no ar e teve um resultado surpreendente: o desejo de ter carro é mais forte para os pernambucanos que o tradicional sonho da casa própria. O primeiro item teve 25% de escolhas, enquanto o segundo foi a opção de 16% dos internautas. E a terceira alternativa mais votada mostra que 12% dos internautas não têm nenhum planejamento financeiro para o próximo ano, ou seja, vítimas fáceis para o marketing e a publicidade.
´Quando você não tem metas, acaba comprando pela emoção e, com isso, gastando dinheiro em coisas dispensáveis`, explicou o mestre em economia financeira e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Roberto Ferreira. Já o quarto lugar da enquete ficou com as pessoas que planejam pagar suas dívidas, com 9% dos votos, e o quinto, escolhido por 8% dos internautas, prova que cada vez mais os pernambucanos querem diversificar seus investimentos. Para Ferreira, para obter sucesso em qualquer uma das alternativas é preciso começar 2011 com um hábito simples, mas eficiente: o planejamento financeiro.
Diagnóstico
´As pessoas evitam fazer orçamentos porque dói. Ninguém quer dizer um não a um filho, a um amigo, a um familiar ou mesmo a um sonho. Mas, só com um diagnóstico de gastos e ganhos, podemos realizar nossos desejos sem apertos`. Contudo, para o professor, a virada do ano é a época ideal para organizar as finanças, uma vez que todas as famílias acabam lidando com os gastos de IPTU, IPVA, matrícula do colégio e material escolar e as contas extras dos presentes de Natal.
É o caso da pesquisadora Rozilene Coutinho que espera esticar seu dinheiro em 2011. ´Primeiro vou quitar todos as dívidas de 2010, vou planejar meus gastos mensais do resto do ano e, começar a poupar para comprar uma casa`, revelou. Já a economista doméstica Michelline Maciel vai sentar com o marido para realizar um orçamento familiar completo, para que os dois possam controlar em conjunto os gastos do casal e decidir quanto dos ganhos de cada um vai ser poupado. ´Queremos comprar uma casa e, como esse é um plano dos dois, ambos precisamos nos planejar`. Se você quer saber mais sobre a melhor maneira de pagar suas dívidas, veja aqui: www.ComoPagarDividas.com
Fonte: Thatiana Pimentel em http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/01/02/economia7_0.asp |
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Sejam 25, 50 ou cem euros que consiga poupar, o que importa é que todos os meses coloque uma parcela do seu ordenado de lado e constitua um pé-de-meia. A melhor forma de se proteger em relação a um imprevisto é poupar, ter de lado algum dinheiro que não o deixe ir ao fundo, caso se cruze com o azar. Dizem os especialistas que o ideal é poupar entre cinco a dez por cento do seu ordenado. Porém, se tem créditos para pagar ou vive ordenado a ordenado, colocar uma parte do seu vencimento de lado pode ser uma tarefa difícil.
Por isso, se acha que dez por cento dos seus rendimentos é mais do que pode dispensar por mês, então comece a colocar de lado o que puder: dez, 20, 30 ou 50 euros. A chave é poupar a quantia que conseguir. Mas não deixe esse dinheiro numa conta corrente, ponha-o a render. Por pouco que seja, evita perder dinheiro. Por exemplo, alguém que tivesse mil euros aforrados em casa nos últimos dez anos teria perdido anualmente, em média, 2,61 por cento do poder de compra do seu dinheiro, por via da inflação.
Contudo, nem todos os produtos de poupança e investimento permitem que faça reforços mensais, por isso, indicamos um grupo dos mais tradicionais entre a oferta bancária e de aforro público que permitem juntar dinheiro todos os meses.
Contas poupança
É a conta que todas as pessoas devem ter no banco. Pelo menos, os que querem fazer da instituição financeira um mealheiro. As contas poupança confundem-se com os depósitos a prazo, mas têm algumas diferenças (que variam de banco para banco). Pagam normalmente juros mais baixos, mas permitem que se retire dinheiro da conta sem penalizações, na maior parte dos casos presentes no mercado. A outra grande arma é admitirem reforços mensais com quantias que estão acessíveis a poupanças de 25 euros, por exemplo, especialmente aos utilizadores de canais automáticos, como a internet.
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Continuar...
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Você tem medo de perder o dinheiro que investiu?
A resposta a essa pergunta é bem simples: todos têm.
O perder ou não perder está de acordo com a livre decisão de cada investidor consciente de se expor a um investimento financeiro no qual há expectativa de ganho, mas sabendo que existe possibilidade de algo errado ocorrer e frustrar o ganho esperado.
E para ajudar a espantar nossos medos não há nada melhor como a informação e a educação financeira. Grande parte das pessoas não investe porque teme correr riscos. Verdade seja dita, deixar o tempo passar e ficar esperando o melhor momento para começar a planejar seu investimento financeiro é o maior risco que você pode correr.
O risco a principio parece um elemento surpresa e incontrolável. Em verdade, ele existe sim e deve ser controlado. Ele está por ai.
O início de tudo é ter consciência de que não há como evitar, por completo, o risco. A incerteza diante da escolha de uma aplicação financeira se dá pelo desconhecimento de eventos externos que podem afetar o resultado futuro. Todavia a incerteza é diferente de risco. Essa incerteza é uma condição necessária, mas não suficiente para definir o risco.
Existe incerteza quando da dúvida sobre ocorrência de um evento: chove ou não chove, por exemplo. Ao se quantificar a incerteza através do uso de medidas numéricas, conhecida na matemática como teoria da probabilidade, define-se então o risco. Risco é normalmente definido como reflexo de eventuais variações na distribuição dos retornos possíveis de uma aplicação, com as suas probabilidades e com os seus valores.
Enganam-se quem pensa que não está correndo risco ao investir na caderneta de poupança. No longo prazo é provável que o retorno da poupança não supere a inflação, ou fique bastante próximo dela. Na prática isso significa que, ao investir na poupança, você corre o risco de não recompor em seu investimento nem a inflação do período.
Entendido? A compreensão de que nem a poupança é risco zero é o primeiro passo para superar o medo de investir. |
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